Na dúvida, não repasse!

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Psiu, você! É você mesmo!

Achou que ia passar batido sem ler um textão meu? Justamente hoje o textão é sobre os textões. Bom, não exatamente sobre o textão, quero falar sobre a cultura do #NemLi, problema crônico no Brasil, onde a preguiça das pessoas limita o conteúdo ao título.

Mas a grande questão aqui é: as pessoas acabam se aproveitando disso. Principalmente para espalhar inverdades, prejudicar pessoas ou empresas. Esses dias recebi uma mensagem sobre uma marca de papinha de criança e ela dizia que os produtos da marca “tal” estavam sendo recolhidos por conter vidro no seu interior. Só que na mensagem não tinha número de lote e muito menos data de fabricação do produto. Ou seja, não é possível nem saber de quando é essa mensagem. Uma pessoal com má intenção, cria uma mensagem bonitinha com forte apelo emocional,papinha de criança com vidro, e dispara. Aí é só esperar ela ganhar corpo, ir parar em grupos onde mães trocam experiências e “voilà” a mensagem viraliza.

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Já dizia o ministro da campanha nazista, Joseph Goebbels, “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. E você que compartilha sem ler e sem checar se a informação é verdade acaba sendo massa de manobra. Abusar da ingenuidade e boa-fé das pessoas é errado, e você por mais ingênuo que seja está sendo usado quando não busca maiores informações sobre o caso.

Sempre que receber uma corrente, procure sobre o tema. Não tenha preguiça de usar o Google, sites como o Boatos.org podem ajudar muito nisso. Não seja um replicador de inverdades. E, na dúvida, NÃO REPASSE!

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Na dúvida, não repasse!