Osasco

Bruna Furlan aprova fundo para universidades

<p>Formados por doações&comma; fundos serão utilizados no financiamento de pesquisas e atividades de extensão&period; CCJ retirou a exigência de aplicações serem geridas por comitê específico<&sol;p>&NewLine;<p>A Câmara dos Deputados aprovou&comma; na terça-feira&comma; 19&comma; por meio da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania &lpar;CCJ&rpar;&comma; em caráter conclusivo&comma; o Projeto de Lei 4643&sol;12&comma; de autoria da deputada federal&comma; Bruna Furlan &lpar;PSDB&rpar;&comma; que autoriza instituições federais de ensino superior a implantarem fundos patrimoniais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os fundos serão criados em cada instituição para administrar recursos de doações ou outras fontes&comma; e esse dinheiro será utilizado no financiamento de pesquisa e extensão universitária&comma; conforme explica o PL de autoria da tucana&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A matéria seguirá agora para análise do Senado&comma; exceto se houver recurso para que passe antes pelo Plenário da Câmara&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>O fundo<&sol;h2>&NewLine;<p>A CCJ explicou que o modelo de fundos patrimoniais é adotado nos Estados Unidos&comma; em que as universidades recebem doações de famílias e ex-alunos para melhorias e expansão de sua atuação&period; Ele lembrou que a Universidade de São Paulo &lpar;USP&rpar; teve de devolver recursos que foram utilizados para a restauração de um prédio histórico – as verbas haviam sido doadas por famílias de ex-alunos&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Precisamos dar amparo legal para essas ações&comma; que são absolutamente em prol das nossas faculdades”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<h2>Gestão<&sol;h2>&NewLine;<p>O projeto original determinava que a gestão do fundo patrimonial fosse semelhante à dos demais fundos de investimentos&comma; com as aplicações controladas por um comitê de investimentos indicado pelo conselho de administração da instituição&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Porém&comma; para fechar o acordo na CCJ&comma; o comitê foi retirado do texto&period; O deputado Luiz Couto &lpar;PT-PB&rpar; argumentou que a exigência feria a autonomia das instituições de ensino e pesquisa&comma; que têm liberdade de decidir questões como investimento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Comissão de Educação já havia retirado da proposta a possibilidade de os doadores do fundo patrimonial direcionarem suas doações para setores ou atividades universitárias a seu critério&period;<&sol;p>&NewLine;

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Publicado por
Rodolfo Andrade

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