Dr. Gustavo Albano falou por quase duas horas.
<p>Na sessão desta quinta-feira (30), a Câmara de Osasco recebeu a visita do promotor Dr. Gustavo Albano Dias da Silva, responsável pela operação Caça-Fantasmas, do Ministério Público de São Paulo.</p>
<p>A operação Caça-Fantasmas continua investigando suposto esquema de funcionários fantasmas, na casa de leis do município. Em dezembro de 2016, as investigações foram responsáveis pelos mandados de prisão de 14 vereadores.</p>
<p>Convidado a acompanhar a sessão junto à mesa diretora, Dr. Gustavo preferiu acompanhar os trabalhos junto à plateia. &#8220;Agradeço o convite, mas prefiro assistir a sessão daqui, junto ao povo. Quando eu for falar, eu vou até a tribuna&#8221;, disse o promotor, ao ser convidado por Dr. Lindoso.</p>
<figure id="attachment_4659" aria-describedby="caption-attachment-4659" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-4659" src="https://www.osasconoticias.com.br/wp-content/uploads/2017/03/IMG_5288-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-4659" class="wp-caption-text">Dr. Gustavo Albano falou por quase duas horas.</figcaption></figure>
<p>Fazendo uso da tribuna, o promotor tentou &#8220;explicar&#8221; o posicionamento do Ministério Público quanto aos cargos em comissão na câmara. &#8220;No entendimento do Ministério Público, a maioria dos cargos deveria ser de funcionários efetivos e não de comissionados.&#8221;</p>
<p>Além disso, o promotor também deixou claro que para a nomeação de cargos em comissão, é preciso que estes sejam justificafos. &#8220;Não estou falando que não podem ter cargos em comissão. O que deve estar claro é que a câmara deve estabelecer quais as funções de cada cargo&#8221;, explicou Dr. Gustavo Albano.</p>
<p>Em seguida, o promotor liberou o microfone para perguntas. Questionado sobre a informação de que alguns assessores, denunciados como &#8220;fantasmas&#8221;, não puderam entrar na casa ou estavam em outros locais na hora do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, ele respondeu: &#8220;Quando cumprimos os mandados de busca e apreensão e questionamos os que não estavam presentes, fomos informados de alguns casos de pessoas que estavam fora da casa. Os que não encontramos foram indiciados. Quem foi indiciado, é porque o Ministério Público produziu provas&#8221;, respondeu o promotor.</p>

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