Brasil x Paraguai: O que a eliminação nos ensina?

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A Seleção Brasileira de Futebol, ou o time da CBF, mais uma vez foi eliminado para a seleção do Paraguai. Mas o que aprendemos com isso? Algumas lições podem ser tiradas dessa precoce eliminação – sim, precoce. O Brasil não pode, e nem deve, aceitar não disputar uma final – porém, nem todas as lições serão fáceis, podem doer no torcedor e por um bom tempo.

1) A primeira lição a ser tirada desta eliminação é: O Brasil deve parar de depender de um unico jogador, e mostrou nos 30 minutos iniciais que isso é possível. O Brasil não é só do Neymar, assim como não foi de Pelé, Zico, Ronaldo e Romário.

2) 7 x 1 foi pouco. Infelizmente, naquela eliminação para a Alemanha na Copa do Mundo, o Brasil não teve um apagão como alguns jogadores e o treinador Felipão alegou. A atual seleção brasileira é fraca, alguns jogadores já deram seu máximo, e o ciclo terminou.

Brasil foi eliminado pelo Paraguai nas penalidades.
Brasil foi eliminado pelo Paraguai nas penalidades.

3) Treinadores brasileiros estão desatualizados. Cansamos de ouvir falar em nó tático, e por vezes, até acreditamos. Mas percebemos que, hoje no Brasil, são capazes de ter variações táticas de acordo com seus adversários.

4) Parar de passar a mão na cabeça de jogador é preciso. Claro que você não verá nenhum comentarista da Globo dizendo isso, afinal, que empresa falaria mal abertamente de seu produto? E sim, o futebol brasileiro é um produto da Globo. Responsável pelos maiores patrocinadores e audiência da emissora. Mas sabemos que alguns jogadores não podem ser ‘blindados’.

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5) Os treinadores, seja Dunga, ou qualquer outro treinador que assuma a seleção, precisa ver jogos. Sabemos que a comissão técnica observa jogos, porém, muitos jogadores enganadores estão sendo convocados. Robinho, é um exemplo, o jogador do Santos apenas tem lapsos do jogador que foi no inicio do século. Hoje ela é um jogador comum com lampejos de craque. Prova disso é que ele não tem tanto mercado na Europa. Elias é outro caso emblemático. Um jogador que não é titular absoluto nem no seu próprio clube não pode ser titular absoluto de uma seleção. E olhe que a concorrência no Corinthians nem é tão grande assim.

6) Essa é, e vai continuar, sendo a realidade da seleção por alguns anos. A safra de jogadores está fraca. Não é possível que um país do tamanho do Brasil possua apenas um grande jogador internacional hoje.

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